Sem
propaganda a imprensa perde a liberdade.
Hoje nós vivemos num país que começa
a mudar seu comportamento.
Jovens cara-pintadas, empresários, políticos,
donas-de-casa, trabalhadores em geral, se engajam no reestabelecimento
da ética das relações entre pessoas e empresas.
Nossa gente está redescobrindo o valor
da integridade.
Somos capazes de dar exemplo ao mundo quando destituimos
um presidente usando como armas a Legislação vigente
e instrumentos democráticos, como a liberdade de imprensa.
Foi e continuará sendo fundamental a participação
dos meios de comunicação neste processo de transição.
As denúncias, as críticas e os fatos mostrados como
realmente são, definem os rumos da nossa sociedade. Precisamos
manter, a todo custo, o direito de informação da
imprensa. E isto só é possível quando os
veículos de comunicação se mantem economicamente
independentes, auto-sufucientes em suas receitas.
É exatamente neste ponto que entra a propaganda.
É da veiculação de anúncios que saem
a grande receita dos jornais, rádios e televisões.
A partir desta receita que se pagam os salários de profissionais
talentosos e competentes, capazes de produzirem grandes furos,
reportagens reveladoras ou mesmo crônicas que esclareçam
e orientem a opinião pública.
Hoje, a propaganda é combustível
da notíca imparcial, descompromissada com grupos ou interesses
políticos.
Para a FENAPRO, que reúne os sindicatos
das agências da maioria dos estados brasileiros, estimular
a parceria entre propaganda e veículos é investir
numa das maiores conquistas deste país: a manutenção
da verdadeira liberdade de imprensa.
Federação
Nacional das Agências de Propaganda - Fenapro
