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IV Congresso Brasileiro de Publicidade

Depoimentos

Daniel AraujoDaniel Araujo
Presidente do Sinapro-SC

"Colegas empresários de agências de comunicação, estou muito feliz pela qualidade do IV Congresso Nacional de Propaganda. Confesso que superou minhas expectativas. Foram mais de 1.500 profissionais de vários segmentos da comunicação, todos em busca de um único objetivo: o respeito e a valorização da nossa profissão.
Poderia falar das brilhantes palestras que assisti, ou das importantes comissões que participei, mas quero registrar a mais importante.
A comissão "Realidade dos Mercados Regionais", conduzida pelo nosso presidente Ricardo Nabhan, ficará para a história da comunicação do Brasil. Seu expressivo e árduo trabalho em prol da Regionalização da Propaganda Brasileira junto a  Fenapro tem sido brilhante e o debate promovido durante o Congresso já está rendendo frutos.
Hoje, temos 15.000 agências de propaganda em atividade espalhadas pelo o Brasil, das quais 4.000 são certificadas pelo Cenp. A grande maioria são microempresas que lutam para se estabelecer profissionalmente como empresas de comunicação. Precisamos dividir melhor as verbas de propaganda que hoje estão concentradas nas maiores. Precisamos criar e veicular campanhas para alertar aos anunciantes e ao Governo Federal sobre a importância de uma melhor distribuição das verbas publicitárias que são veiculadas neste país de culturas tão diferentes.
Esta foi uma das 21 recomendações aprovadas por esta comissão.O grande momento do IV Congresso para as agências regionais foi, sem dúvida, o depoimento do deputado federal Cláudio Vignatti, informando da lei que nos classificará no imposto Simples. Esta medida deixará nossas agências mais competitivas.
Quero parabenizar a equipe da Fenapro pelo excelente trabalho que está realizando, em especial, o Nabhan, o Saint`Clair, o Gláucio, o Humberto e a Vilma.

Um abraço para todos e até Curitiba."

Henrique Alberto de Medeiros FilhoHenrique Alberto de Medeiros Filho
Presidente do Sinapro-MS

"Liberdade de expressão significa liberdade de vida e de profissão. O tema eleito como principal do IV Congresso de Propaganda trouxe para o evento também o marco da discussão da liberdade da propaganda e suas inúmeras diversificações no exercício da sua aplicação. Dentro dessas amplas temáticas, debateu-se em quinze comissões os caminhos e o futuro do negócio da propaganda. E entre os caminhos, um atalho para o desenvolvimento de milhares de agências e profissionais que fazem parte da Fenapro e pulsam junto com ela pelo verdadeiro crescimento do mercado; este atalho tem o nome de Regionalização.
O momento que atravessa hoje a Federação, com a participação de todos os Sindicatos em prol do crescimento da propaganda não apenas nos grandes centros, mas no país como um todo e na defesa e representação de suas características regionais, nos leva a acreditar que talvez possa ser realmente possível Liberdade de Expressão. A postura da Fenapro e dos Sinapros pela defesa desta (a Regionalização da Propaganda, eleita como nosso tema principal para o Congresso) e outras questões mercadológicas da publicidade e propaganda colocam a Federação no seu devido lugar em relação à sua representatividade.
A importância do IV Congresso é enorme demais para ser resumida em poucas palavras. Basta o fato de estar sendo realizado 30 anos após o III Congresso. O tamanho dessa lacuna, desse espaço entre os dois, pode resumir o tamanho e a relatividade do Encontro. Existe, a partir de agora, um outro desafio aos que lutam pela publicidade e propaganda no País: tornar realidade as teses discutidas e procurar fazer com que o nosso mercado transforme cada vez mais a sua expressão em algo positivo para os que nele vivem cotidianamente seus sonhos e dedicam suas vidas."

Henrique Alberto de Medeiros FilhoFernando Brettas
Presidente do Sinapro-DF


" Para quem nunca participou de nenhum congresso de propaganda, estes dias foram estimulantes. Não podemos ficar tanto tempo sem se reunir.
O principal benefício disso tudo, no meu entender, foi a mobilização do segmento. Não podemos ficar temerosos de manifestar as nossas idéias, de proteger nosso negócio e deixar transparente para a sociedade a importância do nosso setor. A sociedade brasileira ainda tem um sentimento de ser tutelado. Por isso, se fizermos uma pesquisa, vamos encontrar uma parcela representativa da população apoiando restrições a propaganda. Isso é um grande equívoco.
Propaganda não é o demônio. A publicidade não é responsável por alguns problemas dos país como a questão do uso impróprio do álcool e suas consequências danosas. A tese do Ministério da Saúde e da ANVISA caíram por terra com a aplicação da blitz do bafômetro. Não somos o responsável pelo uso abusivo de medicamentos como a ANVISA quer imaginar. Na Argentina você não compra nem anti-ácido sem receita médica. Não somos responsáveis pela obesidade da população. Não manipulamos a mente das crianças. Temos que parar de ter medo de enfrentar essas situações. Para isso, esse congresso foi fundamental.
Saimos da inércia."


Henrique Alberto de Medeiros FilhoAlexandre Luiz Oliveira
VP Regional Nordeste da Fenapro

"Já se foram 30 anos desde a última edição do Congresso Brasileiro de Publicidade. Era 1978 e eu tinha apenas nove anos. Desde então, a atividade publicitária no Brasil, assim como em todo o mundo, sofreu diversas revoluções. Vieram a revolução tecnológica, o domínio da internet, a profissionalização do mercado e a criação de instrumentos de
pesquisas eficazes, entre tantas outras modernizações. Agora no IV Congresso, eu, como um profissional do mercado, observei ainda mais de perto os anseios da publicidade brasileira.

Foi gratificante, para mim, ver o trade publicitário nacional discutindo os destinos da propaganda. Agências, Veículos e Fornecedores especializados estavam juntos em uma mesma discussão. Grandes nomes como o Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU; Roberto Civita, do Grupo Abril; Roberto Irineu Marinho, da Rede Globo; Johnny Saad, do Grupo Bandeirantes; e Nelson Sirotsky, da Associação Nacional de Jornais, debateram conosco temas que hoje fazem parte do cotidiano do publicitário brasileiro. Assim como as discussões das 15 comissões que colocaram em pauta assuntos como marketing, licitações, carga tributária e novas mídias.

Ainda mais gratificante foi perceber que Pernambuco - assim como todo o Nordeste - também está engajado no assunto, tendo em vista a maciça participação da delegação nordestina e do Estado.Vale dizer que essa participação se dá em momento importante, onde a regionalização foi além do desejo dos profissionais e se tornou uma recomendação do próprio Congresso."


Henrique Alberto de Medeiros FilhoArturo Arruda
Presidente do Sinapro-RN

"A confirmação de tudo!

Esse IV Congresso Brasileiro de Publicidade foi a confirmação de tudo o que a FENAPRO vem se propondo a fazer desde que comecei a freqüentar as reuniões de presidentes de SINAPRO (posse do Nabhan).

Uma Federação presente em todo o território nacional e lutando pela regionalização das verbas foram as frases que mais me marcou no discurso de posse do presidente Nabhan. E foi exatamente isso que vimos na Comissão sobre A Realidade dos Mercados Regionais.

Parabéns a todos!!!"

 

Henrique Alberto de Medeiros FilhoOsvaldo Freitas Junior
Presidente do Sinapro-PA

" Quando fui convidado a assumir a presidência do Sinapro-Pa, resisti um pouco, pois conheço bem o sistema de representação do setor produtivo e sei o trabalho árduo que é. Quando conheci Nabhan, Saint'Clair e Humberto, uma das primeiras bandeiras que ouvi deles foi a questão dos mercados regionais.

Pois bem, para mim o IV Congresso será lembrado pela coragem de se ter colocado em pauta esse tema, aprovando suas 21 recomendações, o que sem dúvida surpreendeu a todos nós, pela participação, pela coerência e pertinência do tema. A Fenapro está de parabéns e os publicitários do Brasil orgulhosos de sua profissão.

Como amazônida, não posso deixar de também me orgulhar da preocupação do setor com o tema da responsabilidade sócioambiental que afeta tanto o desenvolvimento de nossa região e do nosso país."


 

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Veja também:

Fenapro - Federação Nacional das Agências de Propaganda.

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